O Censo 2025 registou 394 linces em território português, um novo recorde histórico, segundo o estudo "Portugal Selvagem- Extinçoões e Regressos", publicado por Paulo Caetano. O trabalho foi realizado em colaboração com Miguel Brandão Pimenta. O aumento representa um crescimento de 15% em dez anos.

O estudo destaca o regresso do castor como um dos fenómenos mais recentes detectados. A espécie, considerada extinta em Portugal há mais de uma década, voltou a ser vista no país. O aumento do número de linces está associado a políticas de conservação e proteção de habitats naturais.

O censo inclui dados da Península Ibérica, onde foram registados 2663 linces, o que reforça a importância do país no contexto da preservação da espécie. A pesquisa foi conduzida por uma equipa de investigadores e biólogos, com apoio de organizações ambientais. A análise dos dados revela uma tendência de recuperação da população de linces em Portugal, apesar das pressões de desenvolvimento e alterações climáticas.