A cerimónia de assinatura do acordo sobre a Gronelândia ocorreu terça-feira na sede da ONU em Lisboa, com a presença de representantes da Dinamarca e dos Estados Unidos. O documento reconhece a soberania da Dinamarca sobre o território, mas concede a Washington o controlo permanente sobre a segurança do local. A decisão reflete uma cooperação entre os dois países para garantir a estabilidade na região.

Paralelamente, os Estados Unidos também estão a promover uma campanha na ONU para reforçar a soberania marroquí sobre o Sahara Occidental. Um alto funcionário norte-americano afirmou que Washington trabalha com a ONU num "processo político ativo" para avançar na busca de uma solução para o conflito. O objetivo é superar a rotina de renovar missões de paz e reabordar o problema após doze meses.

A Assembléia Geral da ONU, que se realiza em Nova York, também vê a participação de líderes como o presidente do Venezuela, Delcy Rodríguez, que se reunirá com Donald Trump. A tensão entre Washington e Teerão também se reflete na limitação de visados para a delegação iraniana.

A ONU continua a ser um espaço de negociações e tensões, com os Estados Unidos a assumir um papel proativo em questões geopolíticas.