O Congresso espanhol rejeitou nesta sexta-feira os decretos publicados pelo governo de Pedro Sánchez, que buscavam resolver a crise habitacional. As medidas, que incluíam a suspensão de despejos até 2030, foram consideradas ineficazes e foram derrubadas por maioria dos deputados. A decisão reacendeu protestos em várias cidades do país, com manifestantes exigindo mudanças urgentes na política habitacional.
Pedro Sánchez iniciou um período de análise e reflexão sobre a possibilidade de eleições antecipadas. A decisão sobre convocar novas eleições pode ser anunciada já neste fim de semana. A rejeição dos decretos foi vista como um revés político para o governo, que tentava encontrar soluções para a crise habitacional, que afeta milhões de espanhóis.
A crise habitacional em Espanha tem se agravado nos últimos anos, com aumento de despejos e dificuldades para a aquisição de moradia. O governo tentava implementar medidas para aliviar a situação, mas a rejeição dos decretos indica que a população não está satisfeita com as propostas. A situação política se torna cada vez mais instável, com o PM enfrentando pressão crescente de partidos e movimentos sociais.






























