O Irão alertou contra novos ataques dos Estados Unidos e seus aliados após uma investigação revelar que a dependência excessiva de uma ferramenta de inteligência artificial, desenvolvida pela Palantir, contribuiu para um ataque que matou mais de 150 pessoas, incluindo centenas de crianças, em uma escola no Irão. O relatório do Pentágono, ainda em fase final, aponta uma cadeia de erros que resultou na morte de pelo menos 123 crianças e vários adultos. O ataque, que ocorreu em fevereiro, foi uma das maiores tragédias em décadas no país. O Parlamento iraniano também discute a saída do Tratado de Não Proliferação Nuclear, enquanto o Estado-Maior das Forças Armadas iranianas advertiu novamente contra qualquer ação militar dos Estados Unidos. A tragédia levantou críticas sobre a utilização de tecnologia de inteligência artificial em operações militares, com preocupações sobre a precisão e o impacto humano. As autoridades iranianas afirmam que ações futuras serão respondidas com força, reforçando a tensão entre os dois países.