A Europa alerta sobre o risco de uma guerra sem batalhas, com ataques russos que parecem acidentes, segundo o ex-presidente da União Europeia, Donald Tusk, e o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico. Ambos destacaram que países que apoiam a Ucrânia estão em risco de serem alvo de pressões russas, mesmo sem confrontos diretos. A situação tem gerado preocupação com a escalada de tensões, mesmo com a falta de grandes combates no terreno.
A Ucrânia enfrenta desafios crescentes para ultrapassar o inverno, com o problema de acesso ao armamento se tornando decisivo. A União Europeia entregou mais 3 milhões de euros a Kiev para a compra de mísseis e drones, mas a necessidade de financiamento externo continua a ser uma questão crítica. O governo ucraniano prevê um orçamento recorde de 270 bilhões de reais para 2027, com gastos militares elevados, em meio à guerra com a Rússia.
O Tenente-General Marco Serronha, chefe do Gabinete de Guerra, alerta que a Europa pode "desaparecer" se permanecer fechada e isolada. Ele defende a união da Europa com o Canadá para formar um novo bloco global, capaz de resistir às pressões da Rússia e dos Estados Unidos. A situação exige uma resposta coesa e estratégica para evitar uma escalada descontrolada.























