O presidente francês, Emmanuel Macron, visitou a região de Paris, onde ocorreu um atentado terrorista racista, segundo informações divulgadas por noticiosa local. O incidente, que envolveu um tiroteio contra uma menina, foi investigado como ato de terrorismo por autoridades francesas. A polícia suspeita que o atirador tenha sido motivado por ódio islamofóbico.
A região de Paris foi evacuada parcialmente após o incidente. A polícia determinou o adiamento de um jogo entre PSG e Lyon, que estava marcado para domingo, devido à escalada de protestos e ao aumento de tensão. O governo francês mobilizou 70 mil agentes para reforçar a segurança durante os protestos convocados para o fim de semana.
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, anunciou a convocação de uma força policial ampliada, incluindo agentes da polícia judiciária e administrativa, além de helicópteros e veículos blindados. A medida visa garantir a segurança em cidades francesas, especialmente em Paris, onde os protestos estão previstos.
Os ataques islamofóbicos têm aumentado na França nos últimos meses, gerando preocupação com a segurança pública. A polícia está intensificando a vigilância e ações preventivas para evitar novos incidentes. O governo também emitiu alertas de segurança para cidadãos estrangeiros, recomendando cuidado com a violência e vandalismo durante os protestos.





















