David vive na rua e Jorge em um abrigo. Todos os dias, eles percorrem as ruas de Lisboa em busca de garrafas para entregar nas máquinas do Volta, com a esperança de ganhar algum dinheiro. Conseguiam juntar entre 20 e 30 euros por dia, mas dizem que as máquinas danificadas tornam a recolha incerta. A atividade é uma forma de sobrevivência para os dois homens, que enfrentam dificuldades financeiras. A iniciativa do Volta oferece recompensas por cada garrafa entregue, mas a eficácia depende do funcionamento das máquinas. A situação reflete as dificuldades enfrentadas por pessoas em situação de vulnerabilidade na capital portuguesa. A recolha de garrafas tornou-se uma prática comum, mas a falta de garantias cria incerteza sobre os resultados.
Homens em Lisboa recolhem garrafas para ganhar dinheiro























