Lula criticou os EUA e Israel durante seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, destacando a posição do Brasil como país soberano. O presidente brasileiro afirmou que o Brasil não cabe no "quintal de ninguém", uma frase que ressoou em meio a tensões geopolíticas. Paralelamente, a delegação dos EUA foi a única a não aplaudir de pé o secretário-geral da ONU, um gesto que gerou comentários sobre a postura norte-americana diante da assembleia.
O Kremlin reagiu às críticas ao Brasil, chamando as ações dos EUA de "ação hostil", afirmando que elas contradizem as obrigações do país como Estado anfitrião da sede da ONU. A tensão entre os dois países aumentou com a postura do Brasil, que se posiciona contra a influência unilateral dos EUA no cenário internacional.
Além disso, os EUA, junto com Dinamarca e Groenlândia, assinaram um acordo de segurança que prevê a abertura de duas novas bases militares na ilha do Ártico. A decisão ocorreu durante a Assembleia Geral, reforçando a presença norte-americana na região e gerando novas discussões sobre segurança e soberania.
























