Cerca de seis mil professores apresentaram baixa médica desde o início do ano letivo, segundo o ministro da Educação, Fernando Alexandre. O número elevado de ausências tem gerado uma pressão significativa nas escolas, especialmente em Lisboa e Setúbal, onde a maioria dos horários permanece sem preencher. O ministro destacou que mais de 50 alunos ainda estão à espera de uma vaga, o que pode afetar o funcionamento das aulas e a continuidade do ensino.

A situação levantou preocupações entre as autoridades educativas e os responsáveis pelas escolas. A falta de docentes está a impactar diretamente a qualidade do ensino e a organização do calendário escolar. Apesar dos esforços para encontrar soluções, a falta de pessoal persiste, o que pode ter consequências a médio prazo para os alunos e os encarregados de educação. A situação é vista como um desafio urgente para o sistema educativo português.