Portugal, Espanha e França pressionam a Comissão Europeia para garantir mais fundos para as regiões ultraperiféricas da União Europeia. A iniciativa, liderada por Montenegro, visa assegurar um "financiamento adequado" para áreas que são consideradas "verdadeiros ativos geopolíticos". Os três países argumentam que estas regiões enfrentam desafios específicos e necessitam de apoio financeiro para manter sua desenvolvimento e estabilidade.

A pressão sobre Bruxelas surge em um contexto de crescente necessidade de recursos para regiões distantes e economicamente vulneráveis. Portugal, Espanha e França destacam a importância estratégica dessas áreas, tanto em termos de economia quanto de integração europeia. A proposta inclui a criação de um mecanismo de financiamento mais flexível e eficiente, visando reduzir as disparidades entre as regiões ultraperiféricas e o resto da União.

A decisão de pressionar a UE reflete uma crescente preocupação com a desigualdade e a falta de investimento em áreas que são fundamentais para a coesão territorial. A Comissão Europeia ainda não emitiu uma resposta oficial, mas a discussão ganha força com a crescente mobilização dos países envolvidos. O objetivo é garantir que estas regiões recebam o apoio necessário para prosperar no cenário europeu.