A Portugal reencontrou o tema da defesa nacional após décadas de distanciamento. O país, como a maioria dos Estados da Europa, passou as últimas décadas com uma relação quase inexistente com os temas de defesa nacional. A previsibilidade, segundo o relatório, foi um dos fatores que contribuíram para essa ausência.
A análise aponta que a defesa nacional foi relegada a segundo plano, enquanto os países europeus focavam em questões como segurança coletiva e cooperação militar. Portugal, em particular, viu a sua política de defesa ser pouco priorizada, com investimentos limitados e uma estratégia nacional pouco definida.
Essa situação mudou recentemente, com a crescente preocupação com a segurança nacional e a necessidade de uma resposta mais autônoma a ameaças externas. O relatório destaca que a Europa, em geral, tem passado por uma reavaliação da sua postura em relação à defesa, com um aumento de investimentos em capacitação militar e cooperação regional. Portugal, ao mesmo tempo, começa a reconhecer a importância de uma política de defesa mais ativa e autossuficiente.



























