A morte de Maricarmen Abascal, de 87 anos, despejada da casa onde viveu por 70 anos, intensificou protestos em Espanha. A idosa faleceu após ser despejada no dia 23 de setembro e morrer em hospital no dia seguinte. A morte gerou manifestações em Madrid e outras cidades, com centenas de pessoas homenageando a vítima e exigindo mudanças na política habitacional do país.
A situação de Maricarmen tornou-se símbolo da crise habitacional em Espanha, onde muitos idosos enfrentam despejos e falta de acesso a moradia adequada. A morte da idosa, que viveu na mesma casa desde 1953, gerou reações fortes entre a população e ativistas. Protestos ocorreram em Madrid e outras cidades, com participantes exigindo políticas públicas mais justas e proteção aos mais vulneráveis.
A crise habitacional em Espanha tem sido um tema de discussão há anos, com aumento de despejos e dificuldades de acesso a moradia. A morte de Maricarmen reacendeu o debate, especialmente com o aumento de casos semelhantes. A situação reflete desigualdades sociais e a falta de políticas eficazes para garantir moradia digna. A pressão por mudanças cresce, com manifestações que se tornam mais frequentes e organizadas.






























