A Rússia e a Ucrânia violaram o cessar-fogo energético anunciado por Donald Trump, segundo denúncia do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. O acordo, proposto em julho, visava suspender a venda de combustíveis russos aos Estados Unidos e à União Europeia. No entanto, ataques a infraestruturas energéticas na Ucrânia, incluindo uma usina em Kharkiv, levaram Zelensky a exigir garantias dos EUA.
A Rússia, por sua vez, continua a exportar combustíveis para a Europa, apesar da promessa de cessar as exportações. Especialistas em relações internacionais, como Ana Cavalieri, consideram o acordo como "absurdo", afirmando que favorece a Rússia e prejudica a Ucrânia. A especialista alerta que a medida não impede a subida dos preços dos combustíveis, que continuam a aumentar devido à guerra.
O cessar-fogo energético foi anunciado após conversas entre Trump e Vladimir Putin, com o objetivo de aliviar a crise energética na Europa. No entanto, a continuidade das ações militares russas e a falta de cumprimento do acordo levaram a críticas internacionais. A União Europeia já aprovou novas sanções contra a Rússia, visando conter as exportações de combustíveis.
A guerra na Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, já resultou em quase mil mortos menores de 18 anos, segundo relatos de meios de comunicação. A situação energética continua a ser um ponto de tensão, com a Rússia tentando manter seu controle sobre as exportações, enquanto a Ucrânia busca apoio internacional para conter o conflito.

















