Sindicatos da PSP mantêm a posição de não recuar sem sinais concretos de mudança, durante a reunião com Luís Neves. O Presidente da Associação Sindical de Profissionais da Polícia garantiu que a entrada na reunião só será permitida com garantias claras. A discussão envolve ações de protesto e ações de polícia, segundo fontes próximas ao movimento.
O primeiro-ministro reforçou a posição do governo, afirmando que Portugal vai fechar o ano com um novo superavit. A declaração surge em um contexto de tensão entre o executivo e os sindicatos, que exigem melhorias nas condições de trabalho e maior transparência.
A situação está em análise por parte de órgãos de controle, que avaliam a possibilidade de uma comissão de inquérito. O partido Chega, liderado por Luís Neves, insiste em manter a investigação, mesmo após correções parciais dos problemas apontados.
A reunião entre os sindicatos e Luís Neves é vista como um momento crucial para a definição de novas diretrizes. A tensão persiste, mas não há indicações de ruptura imediata entre as partes.

























