O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na sexta-feira um acordo com a Dinamarca e a Groenlândia que concede aos Estados Unidos "controlo permanente sobre a segurança" da região. O pacto visa reforçar a presença militar norte-americana no Ártico e no Atlântico Norte, segundo informações divulgadas por vários meios de comunicação. O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, destacou que o acordo "reforçará a segurança" na região, mantendo a soberania da Groenlândia intacta.
A Dinamarca confirmou o entendimento, que deverá ser assinado na próxima semana durante a Assembleia-Geral da ONU. O governo dinamarquês expressou cautelosa otimidade com o anúncio, enquanto o comentador da CNN Portugal, Tiago André Lopes, mencionou que Trump "aceitou menos do que queria" e que a "aceitação da Dinamarca preocupa um pouco". A Groenlândia, que é um território autônomo da Dinamarca, também comemorou o acordo, considerando-o um passo importante para a segurança regional.
O pacto inclui a possibilidade de uma presença militar americana permanente na região, algo que Trump destacou como uma vitória para os Estados Unidos. A Groenlândia, localizada no norte da América do Norte, é estratégica devido à sua localização no Ártico, área que tem crescido em importância devido ao aquecimento global e aos recursos naturais. A Dinamarca garante que a soberania da Groenlândia será protegida, mesmo com a nova colaboração militar.

























