O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proibiu nesta sexta-feira o acesso à Casa Branca aos veículos de comunicação CNN, MSNOW (ex-MSNBC) e Politico, alegando que suas reportagens são "tendenciosas". A medida, anunciada em uma declaração oficial, foi justificada pelo chefe do Executivo como uma resposta a "fake news" e a uma suposta falta de imparcialidade. A CNN Portugal também expressou preocupação com a decisão, destacando a limitação do acesso a informações oficiais.
A proibição inclui a suspensão de visitas e coberturas em tempo real por jornalistas desses canais, algo que já havia sido discutido em reuniões anteriores entre o governo e os meios de comunicação. A medida foi amplamente criticada por organizações de defesa da liberdade de imprensa, que consideraram a ação como um ataque à transparência e ao direito de informação.
Além disso, Trump ameaçou expandir a proibição para outros meios de comunicação que, segundo ele, também teriam uma cobertura "tendenciosa". A decisão gerou reações em diferentes partes do mundo, com alguns analistas acreditando que pode representar um novo capítulo na relação entre a administração Trump e a imprensa.
Manifestações contra a medida já estão programadas em várias cidades, incluindo o Porto, onde grupos cívicos organizam protestos contra ações que consideram limitações à liberdade de expressão.




























