A União Europeia (UE) e a China acordaram limitar as importações de veículos híbridos chineses a 350 mil unidades por ano. A medida, anunciada por um responsável europeu, visa reduzir as exportações previstas para 2026 em mais de metade, passando de 800 mil para 350 mil. O acordo foi alcançado após negociações comerciais entre as duas regiões no início deste mês.
A limitação das importações é parte de um esforço para aliviar a pressão sobre a indústria automobilística europeia, que enfrenta concorrência intensa dos veículos híbridos chineses. A medida também busca proteger empregos na região. A Renault, uma das grandes marcas europeias, considerou o acordo como um “marco histórico” para o setor automotivo.
A decisão surge em um contexto de crescente tensão comercial entre a UE e a China, com a União Europeia já tendo adotado sanções contra 1.600 pessoas e entidades russas. Além disso, a UE tem buscado reforçar suas políticas comerciais e industriais, visando maior autonomia e proteção de seus mercados. A limitação das importações de veículos híbridos chineses é uma nova medida para equilibrar a concorrência internacional e promover a indústria europeia.























