A maior associação de imigrantes do país acusou o Governo de adotar uma política “racista e neocolonial”. Timóteo Macedo, dirigente da associação, criticou o executivo por favorecer imigrantes com maior recursos financeiros e destacou obstáculos no acesso a serviços essenciais, incluindo o reagrupamento familiar.
A associação alerta que muitos estrangeiros estão a abandonar Portugal devido às dificuldades enfrentadas. Macedo destacou que a falta de acesso a serviços básicos e a discriminação são fatores que levam os imigrantes a reconsiderar sua permanência no país. A denúncia inclui acusações de desigualdade no tratamento entre imigrantes de diferentes origens e níveis econômicos.
A situação tem gerado debates sobre a política migratória portuguesa, com críticas a partir de organizações e ativistas. A associação pede mudanças para garantir um tratamento justo e igualitário para todos os imigrantes. A discussão reflete um contexto de crescente tensão entre a comunidade imigrante e as autoridades locais, com impactos na integração social e econômica do país.























