Portugal registrou, em 2025, o menor número da última década de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social, segundo dados divulgados pela EAPN. Apesar disso, mais de 500 mil cidadãos continuam a viver com menos de 482 euros por mês, o que classifica como pobreza extrema. A associação alerta para a fragilidade da melhoria observada, destacando o aumento da pobreza crônica e as dificuldades no acesso a prestação de serviços sociais.
Os dados revelam que, apesar da redução no número de pessoas em risco de pobreza, a situação económica de muitos portugueses permanece crítica. A EAPN salienta que a pobreza crônica tem aumentado, o que sugere que, para muitos, a condição de pobreza tornou-se uma realidade duradoura. Além disso, os serviços sociais continuam a ser insuficientes para atender à demanda, o que agrava a situação de quem vive em condições de extrema pobreza.
A pobreza em Portugal tem sido um tema de preocupação há anos, com impactos significativos na população mais vulnerável. A redução recente, embora positiva, não resolve as causas estruturais da pobreza, como desemprego, baixa renda e falta de acesso a recursos básicos. A EAPN defende que políticas públicas mais eficazes e sustentáveis são necessárias para combater a pobreza de forma efetiva.
























