A exposição *Revivification*, que apresenta células nervosas de Alvin Lucier, visitou Lisboa após sua estreia em Melbourne. A instalação, que mistura arte e biotecnologia, foi criada com tecido neural derivado do sangue do compositor norte-americano, falecido em 2021. Em Lisboa, as células geraram sons sem intervenção humana, tocando em uma sala escura. A exposição levanta questões sobre a continuidade artística após a morte. A peça, que já visitou outras cidades, está em cartaz em Lisboa até o final do mês. A obra desafia a noção de criatividade e permanência do artista.
Células de artista falam em Lisboa


























