Costa corre o risco de perder seu braço-direito em Bruxelas, segundo informações do Observador. O chefe de gabinete do presidente do Conselho Europeu está sendo considerado para uma candidatura a chefe da delegação da União Europeia junto das Nações Unidas. A mudança poderia afetar a dinâmica de negociações em várias frentes, incluindo temas como comércio e política externa.
O primeiro-ministro português, António Costa, foi ouvido por fontes que destacam a importância da estabilidade e da capacidade operacional para garantir que a União Europeia seja mais eficiente e eficaz na execução das decisões tomadas pelos órgãos competentes. A manutenção de figuras experientes é vista como fundamental para a coesão e a eficácia da União.
A França e a Alemanha propuseram um novo instrumento de resposta rápida da UE no comércio, visando reagir a países que prejudiquem o ecossistema econômico europeu. A proposta, ainda em fase de discussão, pode influenciar a estratégia de negociação da UE, incluindo a posição de Portugal no Conselho Europeu. A candidatura de Costa ao cargo na ONU pode ser uma oportunidade para reforçar a presença europeia em cenários globais, mas também pode gerar uma lacuna em Bruxelas.



























