O eclipse solar de 12 de agosto registrou uma queda significativa da radiação solar em várias regiões de Portugal Continental. De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), as estações meteorológicas registaram uma redução acentuada da radiação solar global durante o fenómeno. A intensidade do eclipse variou conforme a localização, mas em áreas como Lisboa e Porto, a diminuição foi notável.
O evento, que teve início ao amanhecer e durou cerca de duas horas, foi acompanhado por milhares de pessoas em pontos estratégicos do país. A observação do eclipse foi facilitada pela clareza do céu e pela ausência de nuvens. O IPMA destacou que os dados coletados ajudarão a melhorar o entendimento das condições climáticas e da interação entre o Sol e a atmosfera.
A radiação solar caiu quase para zero em alguns momentos, o que gerou uma sensação de escuridão temporária. Apesar da curiosidade científica e popular, não houve relatos de danos a equipamentos ou infraestrutura. O eclipse foi considerado um evento raro e de grande impacto tanto para a comunidade científica quanto para o público em geral.
A experiência foi vivida com cuidado, seguindo as recomendações de proteção ocular. Muitos observadores usaram óculos específicos para evitar danos à visão. O fenómeno foi também acompanhado por instituições científicas e educativas, que promoveram atividades de divulgação do conhecimento astronômico.




























