O Ministério da Administração Interna de Espanha identificou mensagens com ameaças de atentados contra manifestantes e forças de segurança em Portugal, Espanha, França e Itália. As comunicações foram encontradas em um site próximo ao Estado Islâmico. A informação foi revelada pelo jornal espanhol El País. As ameaças visam protestos em curso na Europa, mas não há plano concreto contra Portugal.

O major-general Agostinho Costa desvalorizou a possibilidade de atentados durante as manifestações em Portugal, apesar do alerta. Ele considerou que as ameaças não têm credibilidade. A situação foi divulgada após uma campanha nas redes sociais que convidava a ataques contra manifestantes.

A candidatura do rio Tejo a Património Mundial da UNESCO foi mencionada como uma estratégia conjunta entre Portugal e Espanha. O presidente da Câmara de Abrantes, Manuel Valamatos, defendeu a cooperação para valorizar o rio. Ele admitiu que o processo seria complexo, mas acreditou que a ambição deve continuar.

A decisão de viabilizar medidas de contenção de custo de vida em Portugal foi justificada pelo líder do PS, Carneiro, com a instabilidade em vários países, incluindo Espanha, França, Alemanha, EUA e Brasil. A crise mundial influenciou a política interna portuguesa.

A situação reflete a instabilidade política e social em vários países europeus. A ameaça jihadista e a instabilidade econômica estão interligadas, afetando a segurança e a gestão do país. A cooperação entre Portugal e Espanha é vista como uma forma de fortalecer a posição do rio Tejo como patrimônio cultural.