Eduardo Bolsonaro, irmão do presidente eleito Jair Bolsonaro, pediu pressão externa para anular as eleições, alegando que o aumento de cerca de dez milhões de votos em favor de Luiz Inácio Lula da Silva é "estatisticamente impossível". Ele criticou também a extensão do horário de votação, alegando que isso poderia ter influenciado o resultado. A declaração ocorreu em meio a uma campanha eleitoral marcada por tensões políticas e disputas acaloradas entre os candidatos.

Ao contrário, 15 partidos políticos declararam apoio ou reconhecimento da vitória de Lula, incluindo siglas que apoiaram Flávio Bolsonaro, irmão do presidente eleito. A reeleição de Lula, que foi confirmada em uma eleição considerada histórica, foi recebida com celebração por seus apoiadores, enquanto críticos alegam que houve irregularidades.

A vitória de Lula, que foi eleito com mais de 81 milhões de votos, reduziu os riscos para a democracia, segundo o jornalista Hélio Schwartsman. No entanto, a eleição também gerou reações de alguns políticos, como a deputada estadual Índia Armelau, do PL, que compartilhou publicações sugerindo retaliação contra eleitores que apoiaram Lula. Daniella Marques, jornalista, cobrou "respostas sérias" sobre a eleição, chamando-a de "conturbada".

A eleição, que ocorreu em um contexto de polarização política agravada, foi marcada por debates acalorados e críticas de diferentes setores da sociedade. Apesar das divergências, a reeleição de Lula foi confirmada por uma ampla maioria de partidos e observadores eleitorais.