O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, acusou o Hamas de ter sido o “detonador” da crise internacional atual, durante uma declaração em que destacou a incapacidade da comunidade internacional de resolver o conflito na Palestina. Em uma intervenção política, Montenegro criticou a falta de ação eficaz por parte das potências mundiais para pôr fim à guerra em Gaza.

Montenegro afirmou que o terceiro aniversário do ataque do Hamas a Israel merece uma “reflexão profunda” sobre a origem do conflito. Ele destacou que a comunidade internacional tem sido “incapaz” de encontrar uma solução duradoura para a situação. O líder governamental também condenou o ataque, reforçando a posição de Portugal em relação à necessidade de diálogo e respeito aos direitos humanos.

A declaração de Montenegro surge num contexto de crescente tensão na região, com novos episódios de violência e aumento de pressões políticas. A crise energética, que ele mencionou em outra intervenção, também foi associada a conflitos internacionais, reforçando a ideia de que a instabilidade global tem impactos diretos na vida dos cidadãos europeus.

A posição de Montenegro sobre o conflito entre Israel e a Palestina reforça a postura de Portugal de apoiar a paz e a resolução pacífica de conflitos. A declaração também reflete uma crítica mais ampla à falta de liderança internacional em situações críticas.