O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, alertou sobre a necessidade de condenar o antissemitismo, três anos após o ataque do Hamas em Israel. Na mensagem publicada na rede social X, Rangel destacou o impacto do evento e reafirmou a solidariedade de Portugal com as vítimas e o povo israelense. O ataque, considerado o mais grave massacre terrorista antissemita depois da Shoah, foi lembrado pela data de 7 de outubro.
Rangel manifestou apoio às famílias das vítimas, incluindo portugueses, e reforçou a posição do país contra o antissemitismo. A declaração surge em um contexto de tensões crescentes na região e de debates sobre a posição de Portugal em relação ao conflito. Durante uma reunião do Conselho Nacional do PSD, Rangel foi chamado de “traidor a Portugal”, o que gerou reações dentro do partido.
O antissemitismo tem sido um tema de discussão em Portugal, com grupos políticos e organizações civis alertando sobre a necessidade de vigilância e educação. A condenação do ataque do Hamas foi amplamente divulgada, mas a reação interna ao uso de termos como “traidor” revela divisões dentro do partido. A situação reflete um cenário de polarização, com diferentes visões sobre a posição do país no conflito.





















