Portugal mantém níveis elevados de reservas de combustível, segundo a ministra, que destacou que o país "está muito bem" nesse aspecto, mas não atinge os níveis da França. A situação é analisada em um contexto de maior apertamento, com sugestões de redução de velocidade e partilha de boleias para otimizar o uso.

A ministra também alertou para a necessidade de uma gestão mais eficiente, especialmente em uma fase em que a demanda por combustíveis aumenta. Apesar do cenário, Portugal não foi mencionado em alertas de ataques, diferentemente de Espanha e Itália, que estão na lista de possíveis alvos.

No Parlamento, discutem-se propostas para reduzir o custo de vida, incluindo medidas que podem impactar o consumo de combustíveis. A situação reflete uma tensão crescente sobre a gestão de recursos, com Portugal mantendo uma posição mais sólida em termos de reservas.