O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou na Assembleia Geral da ONU que o país não vai se render na guerra com os Estados Unidos, mas acredita na diplomacia para tentar pôr fim ao conflito. Durante seu discurso, Pezeshkian destacou a posição do Irã de resistência diante das sanções e da pressão internacional, enquanto reforçou a necessidade de diálogo para resolver as tensões.

Ao mesmo tempo, o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, garantiu que a Rússia não vai interromper a guerra na Ucrânia, reforçando a continuidade da operação militar especial. A declaração foi feita durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, onde a Rússia defendeu suas ações e rejeitou críticas internacionais.

A tensão entre o Irã e os EUA também foi abordada por outras figuras. O presidente argentino, Javier Milei, criticou a ONU como "inútil" e destacou aliança com os EUA e Israel, enquanto o Irã acusou os Estados Unidos de "terrorismo". As sanções dos EUA contra o setor de aviação iraniano levaram a suspensões de voos, aumentando a pressão sobre o país.

A ONU continua sendo um espaço de confronto e defesa de posições, com diferentes nações expressando suas visões sobre conflitos regionais e relações internacionais.