Manifestantes desencadearam protestos em Paris, Lyon e Marselha, com mais de 270 pessoas detidas em todo o país. As manifestações, que começaram em setembro como apoio a professores em greve, evoluiram para protestos contra o aumento do custo de vida. O governo francês alertou para o risco de distúrbios durante os protestos, atribuindo a grupos de extrema-esquerda a possibilidade de provocar incidentes.
A polícia utilizou gás lacrimogêneo e entrou em confronto com manifestantes durante os protestos. As autoridades informaram que os atos foram convocados em várias cidades, com participantes que se manifestavam contra o aumento dos preços de bens essenciais. As detenções ocorreram em diferentes regiões, incluindo Paris, onde as manifestações foram mais intensas.
Os protestos são parte de um movimento mais amplo de insatisfação com a economia do país. A greve dos professores, que começou em setembro, se transformou em uma onda de protestos em todo o país. O governo francês tem enfrentado pressão crescente sobre o custo de vida, com aumentos significativos nos preços de energia e alimentos. As autoridades alertaram que os protestos podem se intensificar, especialmente se não houver respostas claras às demandas dos manifestantes.


























