O ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro rejeitou as acusações de tortura apresentadas contra ele pelos Estados Unidos, afirmando que são falsas. Durante uma declaração pública, Maduro recusou repetidamente as alegações, destacando que as acusações são parte de uma campanha política contra ele.

As autoridades norte-americanas acusaram Maduro de tortura e tráfico de drogas, com base em relatos de vítimas e testemunhas. O ex-líder venezuelano negou as acusações, alegando que as informações são manipuladas e que ele nunca utilizou métodos ilegais contra qualquer pessoa.

Maduro foi preso em 2023 e permanece em prisão preventiva nos EUA. A situação surge em um contexto de tensão entre o governo venezuelano e os Estados Unidos, que já discutem questões relacionadas à política externa e à segurança. A decisão de acusá-lo foi tomada após uma investigação que envolveu agentes federais e autoridades locais.

A acusação de tortura é uma das mais graves que podem ser apresentadas contra um político, e a negação de Maduro pode ter implicações jurídicas e políticas significativas. A situação continua sob análise, com possíveis processos judiciais a serem iniciados.