A Rússia permitiu a exportação parcial de gasóleo após um acordo com os Estados Unidos, anunciado na sexta-feira, segundo informações divulgadas hoje. O governo russo levantou temporariamente a proibição de exportação de diesel, uma medida que vinha sendo aplicada desde o início da guerra na Ucrânia. A decisão foi tomada para cumprir o acordo alcançado com os EUA, que envolve a venda de combustível russo ao país norte-americano.
O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou publicamente o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, alegando que ele não fez o suficiente para terminar a guerra com a Rússia. Trump sugeriu que a Ucrânia deveria ter um novo presidente, uma declaração que gerou reações negativas em Kiev. A pressão sobre Zelensky aumentou após a Rússia e os EUA chegarem a um acordo que permitiu a exportação de diesel russo, algo que a Ucrânia considera uma fraude.
O acordo entre Rússia e EUA foi visto por alguns analistas como uma manobra de marketing, já que a quantidade de diesel envolvida é considerada insignificante em comparação com as necessidades dos EUA. A União Europeia também criticou o acordo, alegando que ele fornece "receitas para a guerra", uma expressão usada para descrever o impacto negativo da venda de combustíveis em conflitos.
A tensão entre os EUA e a Ucrânia aumentou após o anúncio do acordo, com o governo ucraniano expressando desconfiança sobre a verdadeira intenção por trás da negociação. A Rússia, por sua vez, continua com ataques em áreas ucranianas, incluindo a cidade de Zaporizhzhia, onde ao menos 17 pessoas, incluindo crianças, foram mortas em um bombardeio. A situação reflete a complexidade das relações entre as potências envolvidas no conflito.























