Trump anunciou neste domingo um "cessar-fogo energético" entre a Rússia e a Ucrânia, afirmando que o acordo entraria em vigor imediatamente. O presidente dos Estados Unidos publicou a declaração em sua rede Truth Social, sem detalhar termos ou condições. A medida, segundo Trump, seria uma forma de "parar o conflito no setor energético", mas não envolveria o uso de armas ou o cessar-fogo total.
A declaração surpreendeu a Ucrânia, onde o presidente Volodymyr Zelensky afirmou desconhecer o acordo e não confirmou sua existência. Segundo fontes, a informação chegou a Kiev por meio de televisão, mas não houve reação oficial do governo ucraniano. A Rússia também não comentou publicamente sobre o anúncio, mantendo-se em silêncio.
O movimento de Trump ocorre em um contexto de tensão crescente entre os EUA e a Rússia, com ataques recorrentes contra a Ucrânia. Senadores americanos já haviam pedido mudanças no plano de gasóleo, sugerindo que a política energética do governo Trump pode estar em conflito com a posição oficial do país. A medida também gerou críticas de comentaristas, que a consideraram uma estratégia eleitoralista, sem impacto real sobre o preço dos combustíveis ou a situação na guerra.
O anúncio de Trump foi visto como uma tentativa de mediar o conflito, mas sem compromisso concreto. A Ucrânia, por sua vez, espera que a Rússia aceite condições para uma trégua, o que ainda não ocorreu. O cenário permanece instável, com a guerra continuando em suas dimensões mais críticas.


















