O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma trégua energética entre a Rússia e a Ucrânia, que visa suspender os ataques a refinarias russas e a produção de combustíveis na Ucrânia. A medida, divulgada em comunicado oficial, foi apresentada como uma tentativa de estabilizar os preços dos combustíveis e reduzir a tensão entre as partes em conflito.
A proposta de Trump foi recebida com críticas por parte de especialistas e líderes ucranianos. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu garantias dos EUA para que a trégua seja respeitada, após a Rússia atacar uma usina em Kharkiv, cidade no leste da Ucrânia. A União Europeia também aprovou novas sanções contra a Rússia, alegando que a medida não resolve a crise energética e pode prejudicar a segurança da Ucrânia.
A trégua energética foi acusada de favorecer a Rússia, segundo a especialista em Relações Internacionais Ana Cavalieri, que considera o acordo "absolutamente estúpido". A medida também gerou preocupação com o aumento dos preços dos combustíveis, já que a suspensão dos ataques pode permitir que a Rússia aumente sua produção e exportação.
O conflito entre Rússia e Ucrânia, que começou em fevereiro de 2022, já resultou em mil mortos menores de 18 anos, segundo relatórios recentes. A guerra continua a afetar a economia global, com impactos nos preços do petróleo e do gás, e a tensão persiste entre as potências envolvidas.














