O grupo Houthis atacou uma instalação de petróleo da empresa Saudi Aramco em Dhahran, causando um incêndio limitado no complexo. O ataque foi realizado com um míssil balístico, segundo informações divulgadas por fontes locais. A Arábia Saudita respondeu com uma ofensiva intensificada contra as forças rebeldes no Iêmen, que têm sido alvo de operações militares desde 2015.

A coalizão liderada pela Arábia Saudita emitiu uma ordem de retirada dos civis da capital iemenita, Sana, em uma tentativa de reduzir o impacto de ataques aéreos. Os Houthis afirmaram que a Arábia Saudita atacou uma instalação de petróleo em Sana após essa ordem, alegando que o ataque foi uma resposta a operações militares sauditas.

O coronel José do Carmo, em declarações ao Observador, alertou que os Estados Unidos estão pressionando a Ucrânia para se render, expôs a vulnerabilidade ucraniana e alertou sobre a incapacidade da Arábia Saudita em travar os Houthis. A situação tem gerado preocupações sobre uma escalada regional, com a possibilidade de envolvimento de outros países no conflito.

O conflito no Iêmen, que já dura mais de uma década, tem sido marcado por ataques aéreos, bombardeios e operações militares. A Arábia Saudita e seus aliados têm sido acusados de causar danos significativos à população civil, enquanto os Houthis, apoiados por Irã, têm respondido com ataques a infraestruturas sauditas. A situação permanece tensa, com riscos de uma escalada que poderia envolver mais países do Médio Oriente.