Os ataques ucranianos à infraestrutura petrolífera russa afetaram até 45% da capacidade de refinação do país, segundo informações divulgadas por fontes russas. A Rússia, que havia prometido a Trump um fornecimento de combustível, pode não conseguir cumprir a promessa devido ao impacto dos ataques. O Kremlin rejeitou recentemente um cessar-fogo proposto por Zelensky, afirmando que não busca uma suspensão temporária de ataques, mas um acordo de paz duradouro.

A promessa de Trump de comprar gasóleo russo foi apresentada como um acordo “gigantesco”, mas para os camionistas e agricultores americanos, o acordo significa pouco ou nada. Fontes próximas a Trump indicam que o acordo pode ter sido usado como uma oportunidade para corrupção em larga escala. A Rússia, por sua vez, não confirmou a trégua energética proposta por Trump, mantendo-se firme em sua posição de não suspender ataques.

A situação reflete a complexidade das relações entre os Estados Unidos, a Rússia e a Ucrânia. Enquanto a Rússia enfrenta pressões internas e externas, os líderes americanos tentam encontrar soluções que beneficiem seus interesses nacionais. A promessa de fornecimento de combustível, se não cumprida, pode ter consequências significativas para a política internacional e para a economia dos países envolvidos.