A União Europeia pagou quase 200 mil milhões de euros à Rússia em energia desde o início da invasão da Ucrânia, segundo uma análise recente. O valor total da fatura atingiria 475 mil milhões de euros se a União tivesse mantido o nível atual de importação de gás russo. A informação foi divulgada por uma fonte ligada a uma análise da situação energética da UE.
A UE reduziu significativamente a importação de gás russo graças a políticas como o REPowerEU, que visa diversificar as fontes de energia e aumentar a produção interna. A redução foi acompanhada por uma reestruturação dos fornecedores, com a busca por alternativas como gás liquefeito de petróleo e energia renovável. A medida teve impacto direto no custo da energia na região.
A invasão da Ucrânia pela Rússia, que começou em fevereiro de 2022, alterou drasticamente as relações energéticas entre a Europa e a Rússia. Antes do conflito, a Rússia era um dos principais fornecedores de gás da União Europeia. Com a escalada do conflito, a UE adotou medidas para limitar o uso de energia russa, incluindo restrições a novos contratos e incentivos para a transição para fontes alternativas. Essas ações contribuíram para a redução do volume de gás importado da Rússia.


















