Um rim transplantado de mãe para filha, realizado em 1969 no Brasil, bateu recorde mundial ao tornar-se o órgão mais velho do mundo. O doador, que viveu até os 111 anos, foi o primeiro a passar seu rim para sua filha. O procedimento, considerado inédito na época, foi realizado com sucesso e o órgão continua funcionando após mais de cinco décadas. A cirurgia foi pioneira e representa um marco na medicina transplantológica. A história do transplante foi revelada recentemente, destacando a longevidade do órgão e a eficácia do procedimento. O caso é lembrado como um exemplo de avanço na área da transplantação de órgãos. A pesquisa sobre o caso continua, buscando entender melhor a longa vida do rim após o transplante.