Ucrânia lançou mais de mil drones contra Moscovo no último dia das eleições parlamentares russas, segundo autoridades russas. O ataque, que incluiu centenas de drones direcionados à capital, foi confirmado por fontes locais e teve como alvo uma refinaria, causando incêndios e ferimentos. A Rússia informou que abateu 338 drones, mas pelo menos dois civis foram mortos e vários feridos. A operação aérea, considerada a maior até então contra a Rússia, ocorreu em pleno processo eleitoral, que teve início no dia 17 de setembro e terminou no domingo.
O ataque foi acompanhado por autoridades ucranianas, que destacaram o uso de mísseis balísticos e drones em operações de ataque. A Rússia, por sua vez, reagiu com alertas sobre o aumento da agressão ucraniana e agravou a tensão no contexto das eleições, que visavam consolidar o controle do Kremlin. A campanha eleitoral, marcada pela falta de oposição significativa, foi afetada pela violência, com o presidente Vladimir Putin mantendo seu domínio político.
A ofensiva ucraniana, que incluiu ataques em zonas fronteiriças com a Europa, foi vista como uma tentativa de desestabilizar a Rússia e pressionar a Otan. A situação elevou o risco de consequências catastróficas, segundo analistas. A Rússia, no entanto, reafirmou sua posição de defesa e reforçou medidas de segurança em Moscovo.
























