Um ataque aéreo contra o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, capital da Arábia Saudita, resultou em 12 mortos e 300 feridos, segundo informações das autoridades sauditas. O ataque ocorreu a 10 de outubro e foi atribuído aos rebeldes Huthis do Iêmen. Os Huthis reivindicaram a responsabilidade pelos ataques, que incluíram alvos em Riade, Dammam e infraestruturas energéticas.
As autoridades sauditas confirmaram que o ataque foi realizado com mísseis e causou danos significativos ao aeroporto. A violência no Médio Oriente intensificou-se com o ataque, que foi considerado o mais mortífero desde o início da guerra no região.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou o ataque como "inaceitável" e anunciou que conversará com o líder da Arábia Saudita. Além disso, Trump avaliou a possibilidade de envolvimento dos Estados Unidos no conflito contra os Huthis.
O conflito entre a Arábia Saudita e os Huthis do Iêmen tem origem em 2015, quando a coalizão liderada pela Arábia Saudita começou a operação militar contra os rebeldes. O ataque a Riade é uma nova escalada na guerra, que já causou milhares de vítimas e gerou uma crise humanitária no Iêmen.
A situação tem gerado preocupações internacionais, com a ONU chamando atenção para o aumento da violência e o impacto nas populações civis. A comunidade internacional continua a monitorar a evolução do conflito e as possíveis reações dos países envolvidos.




















