A coligação liderada pela Arábia Saudita interceu um míssil disparado pelos Houthi em direção a Riade. A interceptação ocorreu após alertas de ataques aéreos emitidos pelas autoridades sauditas, que indicaram que o míssil estava sendo direcionado à capital do país. As explosões em Riade e na região leste do reino foram confirmadas por autoridades locais, que alertaram para a possibilidade de ataques aéreos.
Os Houthi, grupo rebelde do Iêmen, têm intensificado ataques contra instalações sauditas, incluindo o Aeroporto Internacional Rei Khalid em Riade. Em ataques recentes, mais de dez pessoas foram mortas e mais de 300 feridas, resultando no fechamento do espaço aéreo sobre a capital. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou publicamente o grupo, afirmando que eles estão "se comportando muito mal".
A coligação saudita também anunciou que planeja pedir aos civis que abandonem uma zona de Sanaa, controlada pelos Houthi, antes de uma operação militar. A ameaça de ataques a Riade foi reforçada por declarações dos Houthi, que advertiram que atacarão a capital se a coligação bombardear Sanaa.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal desaconselhou viagens não essenciais à Arábia Saudita após os ataques a aeroportos em Riade e Dammam. A recomendação inclui a orientação para acompanhar as autoridades locais e contactar serviços de emergência para a comunidade portuguesa.
A situação reflete o aumento da tensão entre a coligação saudita e os Houthi, que têm intensificado conflitos no Iêmen e em território saudita. A escalada de violência tem gerado preocupações sobre a segurança em áreas estratégicas e a estabilidade regional.


















