A Lufthansa adquiriu uma participação minoritária na TAP, resultando em uma nova gestão da companhia aérea. A decisão foi tomada após uma disputa com outros grupos, incluindo a Air France-KLM, que expressou decepção mas reconheceu o diálogo construtivo. A aquisição inclui um investimento de 500 milhões de euros em uma escola de pilotos no aeródromo de Tancos.

O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, considerou a entrada da Lufthansa como acionista uma boa operação para o país. O ex-ministro da Economia, António Pires de Lima, defendeu que a venda de parte do capital da TAP à Lufthansa foi uma boa estratégia, mas alertou contra a alienação total da empresa.

A escolha da Lufthansa foi baseada na oferta mais alta, mas também na proposta de ações para o Estado e no plano de desenvolvimento da TAP. O Governo admitiu que a pista do aeródromo militar de Tancos pode ter uso civil no futuro. A privatização parcial da TAP representa um momento decisivo para a companhia aérea.