Durante o discurso do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, dezenas de delegações deixaram o plenário em protesto. A reação ocorreu após Netanyahu mencionar uma operação militar contra o Hezbollah no Líbano em 2024, durante a qual vários combatentes foram mortos. A atitude do líder israelense foi interpretada como uma provocação por parte de alguns países presentes na reunião.
A situação foi agravada quando Netanyahu puxou de um pager durante seu discurso, uma ação que foi vista como uma referência direta à operação militar. A reação dos delegados, que incluiu a saída do plenário, refletiu descontentamento com a postura israelense. A ONU, como espaço de diálogo internacional, viu-se envolvida em um momento de tensão política.
A crise energética também foi abordada por Luís Montenegro, primeiro-ministro português, durante seu discurso na mesma reunião. Ele criticou o aumento dos preços dos combustíveis, chamando a situação de "masoquismo", e pediu soluções para a subida dos custos. A ONU, no entanto, permaneceu focada no conflito entre Israel e o Hezbollah, com ações que geraram reações em diferentes partes do mundo.


























