A Rússia está a considerar a extensão da guerra híbrida para o sul da Europa, segundo alertas da CIA e especialistas, que destacam a possibilidade de ataques a países como Portugal. A estratégia russa inclui o uso de drones e operações cibernéticas para criar confusão e demonstrar a vulnerabilidade da União Europeia. Especialistas acreditam que a Rússia está a planejar ataques que visem infraestruturas críticas, como energia e transportes, com o objetivo de afetar a estabilidade da região.
O Banco de Desenvolvimento da Europa alertou para os impactos potenciais de ataques no Mar Negro, que poderiam influenciar a economia ucraniana e a retomada das exportações de grãos. A inteligência dinamarquesa também prevê ações russas que poderiam comprometer cadeias de suprimentos e sistemas de transporte. A UE criticou recentemente uma possível proibição das exportações de diesel pelos EUA, considerando a medida como uma "má ideia" que prejudicaria tanto os Estados Unidos quanto os países europeus.
Os especialistas reforçam que a Rússia está a explorar estratégias de guerra híbrida, combinando ataques físicos e cibernéticos, para desestabilizar a Europa. A região do sul, incluindo Portugal, é considerada uma alvo plausível, devido à sua proximidade com zonas de conflito e à sua importância estratégica. A comunidade internacional está a monitorar de perto essas ameaças, mas ainda não há indicações concretas de uma ação iminente.

























