O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no domingo um "cessar-fogo energético" entre a Rússia e a Ucrânia, afirmando que o acordo entraria em vigor imediatamente. A declaração, feita na rede social Truth Social, foi feita sem detalhes sobre os termos ou a concordância das partes envolvidas. O anúncio surpreendeu a Ucrânia, onde o presidente Volodymyr Zelensky expressou desconhecimento do acordo e pediu mais informações.

Segundo fontes, o cessar-fogo seria aplicado apenas ao setor energético, o que incluiria a paralisação de ataques a instalações de energia e infraestrutura. Apesar do anúncio, os ataques russos continuaram, incluindo novos bombardeios sobre a capital ucraniana. Zelensky destacou que a medida só seria válida se a Rússia também se comprometesse com uma trégua.

A declaração de Trump foi feita em um momento de tensão no conflito, com a Ucrânia enfrentando ataques contínuos e a comunidade internacional buscando soluções para a crise. O anúncio gerou reações divididas entre aliados e adversários, com alguns questionando a legitimidade e a eficácia da proposta.

O cessar-fogo energético representa uma tentativa de aliviar a pressão sobre a Ucrânia, mas sua implementação depende de negociações e da concordância mútua entre as partes. A situação permanece instável, com a guerra continuando em múltiplos frentes.