O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo um suposto cessar-fogo energético entre a Rússia e a Ucrânia, que entraria em vigor imediatamente. A declaração surpreendeu líderes ucranianos, que afirmam não ter sido informados sobre o acordo. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressou apoio à proposta, mas destacou que a medida só será considerada se houver compromisso da Rússia com a paralisação das hostilidades.

Macron, por sua vez, reforçou o apoio à Ucrânia e destacou a necessidade de uma trégua energética genuína. O presidente francês afirmou que a França apoia integralmente o apelo para uma trégua energética, à qual a Ucrânia está disposta. Já o primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki, reafirmou o apoio total a Zelensky e destacou a importância de manter a resistência contra a agressão russa.

Zelensky condicionou a eleição na Ucrânia a uma trégua de 60 dias, exigindo que os detalhes do acordo energético sejam clarificados antes de qualquer avaliação. A proposta de Trump foi recebida com ceticismo por parte de analistas, que questionam a viabilidade de uma trégua sem compromisso político claro. A situação reflete a complexidade das relações entre as potências envolvidas e a busca por soluções que garantam segurança e estabilidade na região.