Trump enfrenta críticas por sua postura em relação à Europa e eleições, com acusações de desrespeito e desconfiança. João Albuquerque, analista político, afirma que os EUA deixaram de ser um mediador imparcial, destacando o nervosismo do presidente com as eleições e os riscos de ataques híbridos russos aos europeus. Ele alerta para a necessidade de uma defesa sem a participação dos EUA.
Trump também relaciona protestos na França à imigração, usando o caos europeu para mobilizar sua base republicana antes da votação de 3 de novembro. Além disso, o presidente criticou LeBron James por suposto desrespeito durante o hino nacional em uma partida da NBA.
As eleições de meio de mandato, que renovam toda a Câmara e um terço do Senado, já contam com um recorde de voto antecipado. Até 18h30 de quinta-feira, 22, 18,7 milhões de eleitores já haviam votado, o que pode impactar o resultado final.
A campanha de Trump também enfrenta críticas por propostas controversas, como a mudança do nome do Oceano Atlântico. A Google rejeitou a sugestão de nomes como “Oceano Trump” e “Oceano das Américas”.
Em uma situação inusitada, um homem vestido como Trump foi visto preso em Teerã, em uma cela com banheiro e cama, com mensagens acusando os EUA. Além disso, Trump quase atacou uma jornalista, mas foi acalmado ao descobrir que ela trabalhava para um órgão específico.
A campanha eleitoral está em alta tensão, com críticas internas e externas, enquanto o presidente tenta manter o controle sobre sua base e a imagem pública.
























