A utilização de meios digitais no Brasil como ferramenta de assédio eleitoral está se tornando cada vez mais comum, segundo um estudo consultado pela Lusa. O relatório aponta que a maioria dos candidatos utiliza redes sociais para influenciar eleitores, muitas vezes com estratégias que ultrapassam o espaço físico do local de trabalho. A pesquisa revela que 78% dos candidatos já adotam práticas digitais para pressionar seus eleitores, incluindo mensagens diretas, campanhas de influência e até ações de monitoramento de perfis.
O estudo destaca que as redes sociais são vistas como uma forma eficaz de alcançar uma audiência mais ampla e diversificada. No entanto, também alerta sobre os riscos de desinformação e manipulação que podem surgir com o uso excessivo desses meios. A pressão política, segundo os especialistas consultados, está se tornando mais intensa e contínua, com candidatos que buscam manter uma presença constante nas plataformas digitais.
A pesquisa também aponta que a falta de regulamentação clara sobre o uso de meios digitais no contexto eleitoral é um fator que contribui para a crescente utilização dessas ferramentas. Apesar dos riscos, os candidatos acreditam que a digitalização é essencial para manter uma vantagem competitiva. O estudo conclui que a pressão eleitoral digital está mudando a dinâmica das eleições brasileiras, exigindo novas formas de fiscalização e responsabilidade.























