A Europa intensifica seu apoio à Ucrânia após alertas sobre a crescente ameaça russa, segundo analistas e ex-militares. O professor Bernardo Valente destaca que o apoio a Kiev é vital para conter a Rússia, enquanto alerta sobre o crescimento de partidos nacionalistas que ameaçam a integração europeia. O major-general Vítor Viana, ex-diretor do Instituto de Defesa Nacional, afirma que os EUA transferiram a responsabilidade de conter a ameaça russa para os europeus, acelerando uma "europeização" da guerra na Ucrânia.
Moscovo, por sua vez, busca assustar os países europeus para que interrompam o apoio militar à Ucrânia. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reforça o apoio militar com recursos do programa SAFE, reafirmando a necessidade de derrotar Putin para restaurar a paz na Europa. Analistas como Donald Tusk e Robert Fico alertam que países que apoiam a Ucrânia estão em risco, enquanto a guerra se torna cada vez mais uma luta sem batalhas na Europa.
A situação está agravando-se com ataques russos que parecem acidentais, mas que geram tensão. A Europa, apesar das pressões, mantém sua posição de apoio à Ucrânia, buscando equilibrar segurança e integração. A tensão cresce, mas a solidariedade europeia permanece firme diante da crise.






























