Os enviados especiais da CNN Portugal, Helena Lins e Nuno Quaresma, estão em Moscovo, acompanhando as primeiras eleições parlamentares russas desde a invasão em larga escala da Ucrânia. A votação, que se estende por três dias, visa definir a Duma e refletir o apoio ao conflito. A campanha eleitoral ocorre em um contexto de tensão, com a Rússia acusando a Ucrânia de lançar 350 drones contra regiões próximas a Moscovo e Tula. A defesa antiaérea russa detetou os drones, dos quais 64 foram abatidos antes de chegar à capital.
A guerra na Ucrânia continua a gerar impactos graves, com mais de mil casos de violência sexual documentados pela ONU, a maioria contra homens. O Alto Comissariado das Nações Unidas alerta sobre a escalada de violência durante o conflito. Enquanto isso, a União Europeia reforça o apoio militar à Ucrânia, com a Comissária Ursula von der Leyen destacando a necessidade de derrotar Vladimir Putin para restaurar a paz na Europa.
A Rússia, por sua vez, tenta usar as eleições para medir o apoio ao conflito, enquanto a guerra se intensifica. Analistas alertam que a situação pode se agravar, com ações de ambos os lados e a possibilidade de novas mobilizações militares. A tensão persiste, com a Rússia e a Ucrânia em confronto direto, mesmo com a Europa tentando manter uma posição equilibrada.


























