Francis Fukuyama, autor da teoria da "fim da história", alertou que o atual presidente dos EUA representa "o maior perigo" para a democracia do próprio país. Em declarações recentes, ele destacou a crescente resistência contra o "trumpismo", movimento político associado ao mandato do presidente. Fukuyama observou que, apesar do fortalecimento do movimento, há sinais de discordância dentro do próprio campo político norte-americano.

A análise de Fukuyama surge em um contexto de polarização crescente nos EUA, com debates intensos sobre o papel da democracia e a legitimidade do sistema político. Ele mencionou que a postura do presidente, especialmente em relação a instituições e processos eleitorais, tem gerado uma crise de confiança entre parte da população.

O autor, conhecido por suas contribuições sobre política e sociedade, alerta que a persistência de práticas que desafiam as normas democráticas pode ter consequências duradouras. Ele enfatizou a necessidade de um diálogo construtivo e a reafirmação dos valores fundamentais da democracia. A situação atual, segundo Fukuyama, exige uma reflexão profunda sobre o futuro do sistema político norte-americano.